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PELÉ NO VELHO TESTAMENTO

23 / julho / 2020

por André Felipe de Lima


Há fatos que surpreendem pelo simples, vá lá, fato de serem quase inverossímeis, e, por incrível que possa parecer isso, acontece muito com personagens memoráveis da história. Pelé, obviamente, está entre elas. Logo após marcar seu milésimo gol, o Rei viu seu feito ganhar o planeta. No mundo inteiro não se falava em outra coisa senão do gol de número mil do Pelé. Das histórias que ouvi ou li sobre Pelé naquela época em que bateu o vascaíno Andrada no Maracanã, a mais impressionante pesquei em uma edição do Jornal do Brasil e partiu de um rabino chamado Herz Torenheim, que se encantou com o apelo que o rei fez ao mundo para que cuidassem das crianças desamparadas. O religioso sugeriu, inclusive, que se criasse um fundo internacional nesse sentido e tendo Pelé como sigla e nome. Torenheim devia gostar muito de futebol e, claro, do Rei. A ponto de simplesmente descobrir (preparados?) Pelé citado no Velho Testamento. “O milésimo gol do Pelé repercutiu mais que o voo dos cosmonautas à Lua”, dizia o empolgado rabino, que revelou à humanidade o fato: Pelé, escrito em hebraico de trás para frente, significa “apelo” e o seu anagrama é “mil”. Vejam: o Pelé chegou ao seu milésimo gol e, em seguida, fez um apelo que ecoou intensamente no mundo inteiro a ponto de o rabino pescar essa memorável história no Velho Testamento. Pelé não é (sempre será) apenas o maior e melhor jogador de futebol em todos os tempos. Pelé é transcendental. Pelé em sua tradução na cosmogênese que explica o planeta bola só pode ser mesmo um deus mágico. E assim falou Torenheim.

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