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Cinefoot

CINEFOOT RECEBE INSCRIÇÕES PARA SUA 11ª EDIÇÃO


O Cinefoot-Festival de Cinema de Futebol está com inscrições abertas até 15 de julho para a sua edição 2020.

Do goleiro ao ponta-esquerda, o festival chega à sua realização número 11 renovando a sua missão de abrir espaços para a difusão da cinematografia mundial de futebol.

Sua programação inclui mostras competitivas internacionais, mostras especiais, debates, homenagens, dentre outras atividades.

O Cinefoot é o único festival de cinema do Brasil e pioneiro na América Latina dedicado à temática futebol, sendo o representante brasileiro no seleto circuito internacional de festivais de cinema esportivo da FICTS-Federation Internationale Cinema Television Sportifs, com sede em Milão.

O 11˚ Cinefoot, que tem data prevista de realização em setembro, aceita trabalhos produzidos em qualquer suporte, gênero ou formato e não há restrições quanto ao ano de realização da obra. 

Regulamento e inscrições através do site www.cinefoot.org.

DEZESSEIS NO CINEFOOT

Temos muito orgulho da parceria que formamos com o CINEfoot. Nesses dois anos de Museu, tivemos, por duas vezes, a honra de participar ativamente do festival de cinema de futebol liderado pela fera Antonio Leal.

Se no ano passado recebemos a “Honraria Futebol Arte” como a mais brilhante iniciativa no campo cultural em defesa da identidade e promoção dos valores mais preciosos do futebol genuinamente praticados nos campos e fora das quatro linhas, em 2017, na oitava edição do CINEfoot, tivemos a oportunidade de apresentar o “Dezesseis”, um vídeo sobre Adílio e Mendonça.

Vale destacar que é o número da edição do festival que determina os homenageados e, por isso, a oitava edição relembrou os grandes camisas 8 do futebol brasileiro. Presente no evento, o craque Adílio subiu ao palco para agradecer a homenagem e, logo em seguida, assistiu ao vídeo emocionante.

Além de travarem grandes duelos por Flamengo e Botafogo, respectivamente, Adílio e Mendonça honraram a camisa 8 e comandavam o meio-campo, sempre de cabeça erguida, como manda o figurino.

Todo e qualquer tipo de homenagem a essas feras continua sendo pouco por todas as alegrias que eles nos proporcionaram!

Viva o CINEfoot e viva os donos do meio-campo!

GEOVANI E ADÍLIO

por Rubens Lemos


Quando o tema é meio-campo, nem pensar em meio-termo. Os retranqueiros do Brasil assassinaram o sarau literário de um time de futebol. A estrada por onde enchemos os olhos do mundo com luminosos craques e arquitetos, planejadores e cérebros de uma partida de futebol.

Me causa tanto desânimo o futebol patropi que voltei ao redemoinho dos anos 1980. Da minha década. Do meu tempo. Do brilho dos jogos a cada trama de categoria e talento criativo. Fixei minha saudade em dois exemplares preciosos do dom de fazer feliz um amante da arte sepultada: Geovani, camisa 8 do Vasco, Adílio, camisa 8 do Flamengo.

Geovani e Adílio nunca disputaram Copas do Mundo. São dois injustiçados incríveis. Geovani poderia ter ido em 1986 e em seu lugar jogou Alemão. Geovani seria o titular mais aclamado em 1990, na insossa equipe de Sebastião Lazaroni e não viajou para a Itália. Alemão novamente, com Tita aos pedaços na reserva, foram convocados.


Adílio surgiu com a morte de outro solista, Geraldo Assobiador, de choque anafilático em operação para retirada de amígdalas. Adílio, juvenil nascido na Cruzada São Sebastião, conjunto de apartamentos para pobres, criado por Dom Hélder Câmara em plena área nobre do Rio de Janeiro, foi o companheiro perfeito de Zico.

Adílio de Oliveira Gonçalves era o típico carioca de morro. Negro, pernas arqueadas, andar gingado, malabarista com a bola. Criava no meio-campo e, se o treinador quisesse, driblava até a sombra de Nelson Rodrigues, deslocado para a ponta-esquerda. Teria vaga em 1978, seguiram Chicão e Batista, em 1982, na vaga de Renato Pé-Murcho, do São Paulo. Adílio jogou uma só partida pela seleção brasileira, em março de 1982 e foi excepcional diante de 150.289 pagantes.

Deu o passe medido para Júnior fazer o gol da vitória de 1×0 sobre a Alemanha Ocidental. É ela sim, a Alemanha que hoje põe na roda os pernas-de-pau de camisa amarela. Recebeu nota 10 da imprensa e Telê Santana o preteriu. Adílio também tinha vaga em 1986, Copa do Mundo em que foram passear Valdo e o falecido Edivaldo.


Geovani ganhou o Mundial de Juniores de 1983 pela seleção brasileira sub-20. Foi artilheiro e melhor jogador. Nasceu no tempo errado. Deveria ter surgido antes. A síndrome dos brucutus se alastrava e o seu estilo elegante, cadenciado, imperial na armação de jogadas era considerado lento e em desuso.

Geovani foi o jogador que conquistou o maior número de títulos cariocas pelo Vasco juntamente com Roberto Dinamite: Foram cinco, todos vencendo ao Flamengo. Geovani foi o melhor jogador das Olimpíadas de Seul em 1988. Tomou um cartão amarelo na semifinal contra a Alemanha (coincidência lamentável) e o Brasil perdeu a final contra a URSS. Neto ocupou o seu lugar e nada fez.

O capixaba Geovani foi o melhor jogador da América do Sul em 1988 e em 1989, venceu a Copa América pela seleção de Lazaroni, já na reserva, vítima do esquema de cinco zagueiros e menos um inteligente no meio e sobrou da lista porque Lazaroni tinha um compromisso de camaradagem com o seu “compadre” Tita.


Nos jogos entre Vasco e Flamengo na década de 1980, Geovani e Adílio coadjuvavam, ainda que tão brilhantes quanto às estrelas. A Geovani, Romário deve muitos dos seus gols, recebendo livre na área lançamentos de 40 metros, fita métrica na chuteira do Pequeno Príncipe, assim batizado o regente cruzmaltino.

Adílio destruía adversários quando Zico era anulado por três marcadores. Até dois ele resolvia fácil, fácil. Adílio, tendo mais atrás Andrade, ritmava o sensacional Flamengo campeão da Libertadores e do Mundial Interclubes de 1981.

Geovani e Adílio se respeitavam. Geovani, embora mais novo, aparentava a maturidade de um Gerson, mais toque e passes longos do que rapidez. Raciocínio genial na antevisão dos lances. Adílio, manhoso, balançava o corpo e se sobrepunha a qualquer marcador, desnorteado com tanta beleza afro-carioca.

Geovani e Adílio, observando emocionado o velho jogo – tenho muitos no acervo para me encantar mais adiante , pouco se encontravam, nunca trombavam um no outro. Eram clássicos, sutis, desconcertantes. Eles pensavam, traziam do ventre de suas mães, a intelectualidade boleira que desapareceu para sempre.

Geovani e Adílio jogavam num tempo de sábios: Havia Sócrates, Pita, Zenon, Delei, Silas, Mário Sérgio em fase vinho puro, Raí começando. Sobravam virtudes.

Lamentáveis do baixo nível atual, naquele tempo, com muito esforço, disputariam a quarta divisão de Ariquemes em Rondônia. Meninos de hoje, se vocês tivessem visto Geovani e Adílio, falar em Renato Augusto, Lucas Lima, seria blasfêmia. Penso em Geovani e Adílio. Com saudade e revanche.

DE OLHO NA TELA


O CINEFOOT-FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL dá o pontapé inicial da sua oitava edição no Rio de Janeiro apresentando uma programação de 42 filmes, com entrada franca em quatro salas, entre os dias 23 de novembro e 3 de dezembro.

São 17 filmes brasileiros e 22 internacionais oriundos da França, Grécia, Rússia, Islândia, Itália, México, Argentina, Inglaterra, Uruguai, Equador e Alemanha; além de três co-produções: Brasil/Inglaterra, Alemanha/Irã e Líbano/USA.

Em 2017, além das tradicionais mostras competitivas de curtas e longas-metragens que ocorrem no Espaço Itaú de Cinema (Praia de Botafogo), o CINEFOOT chega pela primeira vez em Niterói, no Cine Arte UFF.

O CCBB-Centro Cultural Banco do Brasil recebe a nova mostra especial criada pela organização do CINEFOOT batizada de “GERALDINOS & ARQUIBALDOS“ e a já consagrada MOSTRA DENTE DE LEITE, voltada para o público infantojuvenil.

O CCJF-Centro Cultural Justiça Federal apresenta a “PRORROGAÇÃO“ do CINEFOOT, de 30/11 a 3/12.

AS MOSTRAS COMPETITIVAS DE CURTAS E LONGAS-METRAGENS.

Local: Espaço Itaú de Cinema (Praia de Botafogo).

De: 23 a 28 de Novembro

Para a MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS, o CINEFOOT reúne sete filmes, seis deles inéditos no Brasil.

São eles:

FORA DE CAMPO, Itália, Dir. Collettivo MELKANAA, DOC.

ALEX CAMERA 10 – TURQUIA AO BRASIL – DESPEDIDA DO FUTEBOL, Brasil, Dir. Caue Serur, DOC.

EL ZURDO,  A VINGANÇA DO IGNORADO, Argentina, Dir. Roberto Cox, DOC.

CAMPINHO, Rússia, Dir. Eduard Bordukov, FIC.

YOU’LL NEVER WALK ALONE, Alemanha, Dir. André Schäfer, DOC.

LISTRAS PRETAS E BRANCAS: A HISTÓRIA DA JUVENTUS, Itália, Dir. Marco La Villa, Mauro La Villa, DOC.


1976-O ANO DA INVASÃO CORINTHIANA, Brasil, Dir. Ricardo Aidar e Alexandre Boechat, DOC.

O CINEFOOT premiará o melhor filme de longa-metragem exclusivamente através do voto popular.

Para a MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS, o CINEFOOT selecionou 13 filmes, sendo 12 inéditos no Brasil.

São eles:

PENALTY, Itália, Dir. Aldo Iuliano, FIC.

QUE NEM MEU PAI, Brasil, Dir. Pedro Murad, DOC.

BRAZUCA, Grécia, Dir. Faidon Gkretsikos, FIC.

LÍBANO GANHA A COPA DO MUNDO, Líbano/USA, Dir. Tony ElKhoury, Anthony Lappé, DOC.

INTERVALO, França, Dir. Arnaud Pelca, FIC.

O ROUPEIRO, Equador, Dir. Andres Cornejo, DOC.

MANN OF THE MATCH, Brasil/Inglaterra, Dir. Karin Duarte, DOC.

DOMINGO, México, Dir. Raúl Lopez Echeverría, FIC.

SATURDAY, Inglaterra, Dir. Mike Forshaw, FIC.

MARACANAZO, Argentina, Dir. Alejandro Zambianchi, FIC.

TEERÃ DERBY, Alemanha/Irã, Dir. Simon Ostermann, DOC.

BONIEK & PLATINI, França, Dir. Jérémie Laurent, FIC.

BOCA DE FOGO, Brasil, Dir. Luciano Pérez Fernández, DOC.

O CINEFOOT premiará o melhor filme de curta-metragem exclusivamente através do voto popular.

CINEFOOT EM NITERÓI / ESTREIA NA CIDADE

Local: Cine Arte UFF

De: 24 e 29 de Novembro

 O CINE ARTE UFF recebe o CINEFOOT na sua edição inaugural em Niterói, contribuindo para a ampliação do leque de admiradores do cinema de futebol.

O CINE ARTE UFF é o espaço ideal para a bola rolar, desfilando produções brasileiras e internacionais oriundas da Alemanha, Itália, Inglaterra, Espanha e Uruguai. Um time com 11 filmes de diversos formatos, entre curtas e longas-metragens documentais e ficcionais.

Niterói possui tradição nas cenas futebolística e cinematográfica, sendo palco de momentos marcantes na história. A união destas artes centenárias em torno de um festival de cinema singular e irreverente, gera um ambiente propício para o fortalecimento da identidade e promoção dos valores mais preciosos do futebol e do cinema na cidade.

PARTIDA INTERNACIONAL, Alemanha, Dir. Nadine Schrader, Sven Schrader, FIC.

DEMOCRACIA EM PRETO E BRANCO, Brasil, Dir. Pedro Asbeg, DOC.

DOIS PÉS ESQUERDOS, Itália, Dir. Isabella Salvetti, FIC.

O PRÓXIMO GOL LEVA, Inglaterra, Dir. Mike Brett, Steve Jamison, DOC.

PORQUE HÁ COISAS QUE NUNCA SÃO ESQUECIDAS, Itália, Dir. Lucas Figueroa, DOC.

MARACANÃ, Uruguai, Dir. Sebastián Bednarik e Andrés Varela, DOC.

A CULPA É DO NEYMAR, Brasil, Dir. João Ademir, FIC.

JOÃO SALDANHA, Brasil, Dir. André Iki Siqueira e Beto Macedo, DOC.

BARBA, CABELO & BIGODE, Brasil, Dir. Lucio Branco, DOC.

BOCA DE FOGO, Brasil, Dir. Luciano Pérez Fernández, DOC.


GERALDINOS, Brasil, Dir. Pedro Asbeg, Renato Martins, DOC.

A MOSTRA ESPECIAL “GERALDINOS & ARQUIBALDOS“

Local: CCBB-Centro Cultural Banco do Brasil

De: 24 a 27 de Novembro

Foram selecionados sete filmes que envolvem na sua narrativa identidade, memória e direitos humanos no futebol.

São eles:

PENALTY, Itália, Dir. Aldo Iuliano, FIC. (tema central: refugiados)

FOME DE BOLA, Brasil, Dir. Sidney Garambone, DOC. (tema central: refugiados)

A COPA DOS REFUGIADOS, Brasil, Dir. Luciano Pérez Fernández, DOC. (tema central: refugiados)

SEGUNDA PELE FUTEBOL CLUBE, Brasil, Dir. Filipe Mostaro, DOC. (tema central: identidade/colecionadores de camisas)

BONIEK & PLATINI, França, Dir. Jérémie Laurent, FIC. (tema central: política/democracia)

LÍBANO GANHA A COPA DO MUNDO, Líbano/USA, Dir. Tony ElKhoury, Anthony Lappé, DOC. (tema central: política/conflitos internos)

MAIS TRISTE QUE CHUVA NUM RECREIO DE COLÉGIO, Brasil, Dir. Lobo Mauro, DOC. (tema central: política/democracia)

A MOSTRA ESPECIAL “DENTE DE LEITE“

Local: CCBB-Centro Cultural Banco do Brasil

De: 24 e 27 de Novembro

Realizada pelo oitavo ano consecutivo, a MOSTRA DENTE DE LEITE busca contribuir para o processo de formação de especatdores, apresentando uma rica e variada seleção de curtas-metragens futebolísticos.

A RUA É PÚBLICA, Brasil, Dir. Anderson Lima, FIC.

O PRIMEIRO JOÃO, Brasil, Dir. André Castelão, ANIMA.

GAÚCHOS CANARINHOS, Brasil, Dir. Renê Goya Filho, DOC.

A CULPA É DO NEYMAR, Brasil, Dir. João Ademir, FIC.

TAPETE VERDE, Brasil, Dir. Angelo Martin, DOC.

DOIS PÉS ESQUERDOS, Itália, Dir. Isabella Salvetti, FIC.

A MOSTRA ESPECIAL “PRORROGAÇÃO“

Local: CCJF-Centro Cultural Justiça Federal

De: 30 de Novembro a 3 de Dezembro

Tradicionalmente realizada logo após o encerramento das competições do CINEFOOT, a MOSTRA PRORROGAÇÃO oferece a oportunidade de reprisar alguns filmes, oferecendo uma chance extra para o público.

EL ZURDO,  A VINGANÇA DO IGNORADO, Argentina, Dir. Roberto Cox, DOC.

O PRÓXIMO GOL LEVA, Inglaterra, Dir. Mike Brett, Steve Jamison, DOC.

1976-O ANO DA INVASÃO CORINTHIANA, Brasil, Dir. Ricardo Aidar e Alexandre Boechat, DOC.

DOMINGO, México, Dir. Raúl Lopez Echeverría, FIC.

PENALTY, Itália, Dir. Aldo Iuliano, FIC.

O ROUPEIRO, Equador, Dir. Andres Cornejo, DOC.

CINEFOOT / RIO DE JANEIRO / SESSÃO ESPECIAL DE ABERTURA:

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA

23/11, QUINTA-FEIRA, ÀS 20h30, ENTRADA FRANCA (Sujeita à Lotação da Sala)


A sessão especial de abertura do CINEFOOT no Rio de Janeiro, contará com a première no Brasil do documentário DENTRO DE UM VULCÃO – A ASCENSÃO DO FUTEBOL ISLANDÊS, Direção de Saevar Gudmundsson.

Esta é a incrível história da geração dourada do futebol da Islândia. Uma visão pessoal de uma equipe que fez o mundo virar o olhar em sua direção, quando se tornou o menor país do mundo a alcançar a fase final da EuroCopa.

O Diretor, Saevar Gudmunsson, teve acesso total à equipe e revela a intimidade de um grupo de jovens que cresceu ouvindo que sua paixão, o futebol, nunca alcançaria dias de glória no seu país. E tudo transbordou para as arquibancadas, onde o grito viking dos torcedores marcou a competição.

CINEFOOT / RIO DE JANEIRO / SESSÃO ESPECIAL DE HOMENAGEM: JOÃO SALDANHA.

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA

25/11, SÁBADO, ÀS 21h, ENTRADA FRANCA (Sujeita à Lotação da Sala)

A homenagem central do 8˚CINEFOOT é voltada para o centenário de João Saldanha.

Na sessão das 21h do dia 25/11, será exibido o documentário JOÃO SALDANHA, de André Iki Siqueira e Beto Macedo, que reconstrói a história do jogador, técnico, cronista, imprevisível, polêmico e irreverente João Saldanha (1917-1990), que ficou conhecido como o comentarista que o Brasil inteiro consagrou. O longa traz imagens inéditas da época de ouro do futebol brasileiro, todas registradas em 35mm. São cenas que vão desde um Maracanã enlouquecido em preto-e-branco em 1957 até os preparativos da inesquecível seleção de 70. Curiosidades e casos divertidos da vida do comentarista são revelado através de depoimentos da família Saldanha, de ex-jogadores de futebol, de jornalistas esportivos e de amigos.

Para a homenagem, o CINEFOOT recebe familares e amigos de João Saldanha, além do Co-Diretor do filme, Iki Siqueira.


CINEFOOT / RIO DE JANEIRO / SESSÃO ESPECIAL DE ENCERRAMENTO E PREMIAÇÃO:

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA

28/11, TERÇA-FEIRA, ÀS 20h30, ENTRADA FRANCA

O programa da sessão de encerramento e premiação do CINEFOOT no Rio de Janeiro, apresenta première no Brasil do filme PERGUNTE QUEM ERA FALCÃO, Direção de David Rossi.

10 de agosto de 1980. O dia que muda a história de AS Roma. O dia em que Paulo Roberto Falcão vai para Roma. As Copas italianas, o título. Tudo começa com ele, mudando a mentalidade da AS Roma que começa a pensar grande. Esta é a história do oitavo Rei de Roma, uma viagem de ida e volta da Itália ao Brasil para explicar “Quem era Falcao”.

Nesta sessão está programada a realização da segunda edição do “REDAÇÃO AM NO CINEFOOT“, uma divertida premiação da melhor narração do quadro REDAÇÃO AM do programa REDAÇÃO SPORTV apontada pelo público presente no cinema.

Serão entregues as Taças de Melhor Curta e Melhor Longa do 8˚CINEFOOT, e o Troféu João Saldanha, destinado ao filme que melhor expressar as facetas humanas, democráticas e libertárias do futebol.

O CINEFOOT mantém parceria com a FICTS- Federation Internationale Cinema Television Sportifs. Esta tradicional federação italiana, sediada em Milão, reúne os 16 mais prestigiosos festivais de cinema esportivo do mundo, sendo o CINEFOOT um dos eventos integrantes deste seleto circuito internacional.

DATAS / LOCAIS:

CINEFOOT RIO DE JANEIRO

De: 23 a 28 de Novembro

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA / PRAIA DE BOTAFOGO, 316

De: 24 e 29 de Novembro

CINE ARTE UFF / R. MIGUEL DE FRIAS, 9 – ICARAÍ, NITERÓI

De: 24 a 27 de Novembro

CCBB-CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL / RUA PRIMEIRO DE MARÇO, 66 – CENTRO

De: 30 de Novembro a 3 de Dezembro

CCJF-CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL / AV.RIO BRANCO, 241 – CENTRO

Entrada franca.

www.cinefoot.org

CINEFOOT EXTRAORDINÁRIO


Depois do sucesso da 7ª edição, em maio deste ano, o único festival de cinema de futebol do Brasil e pioneiro na América Latina está pronto para dar mais um show! Vem aí a edição especial, o CINEFOOT EXTRAORDINÁRIO, no Rio de Janeiro!


Com entrada franca em todas as sessões, os espectadores poderão assistir à 30 belos filmes oriundos de diversas nacionalidades, no Centro Cultural Banco do Brasil e no Centro Cultural da Justiça Federal. São 18 obras brasileiras e 12 internacionais, sendo 19 curtas e 11 longa-metragens. Vale destacar, no entanto, que as salas estão sujeita à lotação e as senhas serão distribuídas uma hora antes das sessões.

Enquanto no CCJF os filmes serão exibidos de hoje até o dia 13 de agosto, sempre às 19h, no CCBB, os espectadores poderão assistir de hoje até o dia 15, com sessões às 16h e às 18h! Barba, Cabelo & Bigode, de Lucio Branco; Fla x Flu 40 Minutos Antes do Nada, de Renato Terra, e Geraldinos, de Pedro Asbeg e Renato Martins, são apenas alguns dos filmaços que serão exibidos! Imperdivel!!

Veja a programação completa: http://www.cinefoot.org/programacao-cinefoot-extraordinario-rio-de-janeiro-2016/


Serviço:

CCBB-Centro Cultural Banco do Brasil-RJ: de 10 a 15 de agosto, às 16h e 18h, Sala 2.

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro

CCJF-Centro Cultural Justiça Federal: de 10 a 13 de agosto, às 19h.

Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro

Entrada Franca