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A BELA E A FERA

23 / maio / 2019

por Eliezer Cunha


Não gosto de fazer juízo dos treinadores brasileiros mesmo porque não sou comentarista, não sou especialista de futebol e nem ganho meu pão de cada dia discutindo e analisando futebol. Sou apenas um torcedor Rubro/Negro que contribui escrevendo para esta página. Mas algo me solta aos olhos ultimamente: a recusa de parte da torcida e imprensa em relação ao trabalho de Abel Braga frente ao time do Flamengo. Os números falam por si só e Abel tem mantido esses números dentro da média geral de alguns times grandes, no Rio de Janeiro talvez seja o melhor num contexto amplo (total de jogos realizados). Sei que o time não está em boa posição na tabela do Brasileirão, mas consideremos que o campeonato está apenas começando e ainda é muito cedo para conclusões finais.

Acompanho alguns jogos e percebo que o time tem uma boa estratégia de jogo durante as partidas. Vem sempre dominando os clássicos em casa ou fora dele.

Também percebo que as conclusões finais das jogadas para o gol são precipitadas, sem êxito e sem a pontaria necessária para que a pelota chegue aos fundos das redes, ou seja, concluo que as falhas não são do conjunto ou da equipe, mas sim muitas vezes individuais.


Deveríamos respeitar mais tal treinador, afinal possui um currículo vitorioso e, todos os times que comandou o fez com determinação e afinco. Acredito que o momento da mexida não é esse, é prematuro.

Outros comentários que escuto sobre tal profissional é imputar a ele uma desconfiança porque já jogou naquele time rival ou comandou times adversos ao Flamengo e isso é uma injustiça incabível.

Ontem, numa roda de amigos conversando sobre essa questão, tive a infelicidade de ouvir de um torcedor que é contra ao Abel por ele “falar demais”.

Esse ano campeonatos e torneios foram conquistados, a continuação na Libertadores é um fato, as quantidades totais de pontuações em jogos possuem ainda um valor consideradável.

O momento deve ser de tranquilidade, serenidade e confiança no time e no treinador.

Vamos “Dar a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”

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