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luis filipe chateaubriand

O CRAQUE DO BRASIL EM 2013

por Luis Filipe Chateaubriand


Ronaldinho Gaúcho apareceu com destaque em 1999.

Dali, foi crescendo, crescendo, crescendo… até que nos anos de 2003, 2004 e 2005 foi, simplesmente, o melhor jogador do mundo!

Muitos diziam naquela época que, inclusive, alcançaria a excelência técnica de Pelé.

Aí, veio o grande erro de Ronaldinho Gaúcho: entre a farra e a bola, escolheu a primeira.

Seu futebol foi definhando, definhando, definhando.

Virou uma caricatura de si próprio.

De repente, não mais que de repente, o homem partiu para uma reviravolta.

Em 2013, levou o seu Atlético Mineiro ao título inédito da Copa Libertadores da América.

Repertório vasto, jogadas de classe, inteligência ímpar, o homem fez a diferença para o título.

E, por isso, foi o craque do Brasil do ano de 2013!

MÁRIO? QUE MÁRIO?

por Luis Filipe Chateaubriand


Mário Português começou a se destacar no final dos anos 1970, no Fluminense.

Jogador de grande técnica e extrema criatividade, era o cérebro do time que foi campeão carioca no ano de 1980.

Pouco à frente, transferiu-se para o Bangu, onde fez uma “dupla do barulho” com Arturzinho.

Arturzinho e Mário “infernizavam” as defesas adversárias e faziam a alegria dos atacantes companheiros, como Marinho e Fernando Macaé.

Em seguida, no ano de 1984, Mário, junto com Arturzinho, se transferiu ao Vasco da Gama, onde se formou um trio ofensivo “da pesada”: Mário, Arturzinho, Roberto Dinamite.

O Vasco da Gama foi muito bem no Campeonato Brasileiro, tendo sido o vice-campeão do certame.

Em 1985, enquanto Arturzinho se transferia para o Corínthians, Mário voltava ao Bangu, para exibir o seu repertório de bom futebol.

Em seguida, Mário Português foi para Portugal, onde jogou no Sporting de Lisboa, com a mesma classe de sempre – jogar bola “vestindo terno”.

 Mário Português deixou um legado que demonstra que a bola deve ser bem tratada.

O CRAQUE DO BRASIL EM 2012

por Luis Filipe Chateaubriand


Corria a Copa Libertadores da América de 2012, e Emerson Sheik cumpria atuações apenas regulares.

De repente, não mais que de repente, o mancebo “arrebentou” nas semifinais contra o Santos.

Não bastasse isso, nas finais, contra o Boca Junior, só “faltou fazer chover”, especialmente no segundo jogo, em São Paulo.

Quatro jogos, importantíssimos, foram suficientes para fazer de Emerson Sheik o melhor jogador do Brasil em 2012!

DIRCEU, O QUE PARTIU CEDO

por Luis Filipe Chateaubriand


Dirceu José Guimarães era um ponta esquerda, que também exercia a função de meia, dono de um fôlego invejável.

Era este preparo físico, aliado à boa técnica, que o fazia se destacar nos clubes que passou e, na Seleção Brasileira, o fez disputar nada menos do que três Copas do Mundo (1974, 1978, 1982).

Começou a jogar no Coritiba, depois no Botafogo, depois no Fluminense, depois no Vasco da Gama (onde mais se identificou, no Brasil).

Então, começou sua carreira internacional no América do México, depois no Atlético de Madrid e, em seguida, em uma série de clubes italianos, com destaque para o Napoli de Diego Armando Maradona.

Chegou a retornar ao Vasco da Gama, mas, ato contínuo, retomou sua carreira internacional.

Acumulou glórias – como a de ser o terceiro melhor jogador da Copa do Mundo de 1978 – e dinheiro e, aos 43 anos de idade, ainda jogava profissionalmente.

De forma triste e lamentável, nesta idade sofreu um acidente de automóvel na Barra da Tijuca, que lhe custou a vida.

Será sempre lembrado pela bola que jogou!

O CRAQUE DO BRASIL EM 2011

por Luis Filipe Chateaubriand


Em 2011, ele era um menino.

O Menino Ney!

Mas Neymar, com a bola nos pés, já era um monstro.

Dribles para a direita.

Dribles para a esquerda.

Giros de corpo.

Balões.

Ovinhos.

Lambretas.

Um repertório vasto de jogadas capaz de deixar qualquer marcador maluco.

E, adicionado a isso, lançamentos e, óbvio, gols.

Foi assim que Neymar se tornou campeão e melhor jogador da Copa Libertadores da América de 2011 e, consequentemente, o melhor jogador do ano não só no Brasil, mas nas Américas.

Êta moleque bom de bola!