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luis filipe chateaubriand

O CALENDÁRIO DO FUTEBOL BRASILEIRO 02: PRIVILEGIANDO O BRASILEIRÃO

por Luis Filipe Chateaubriand

Sem sombra de dúvidas, o Campeonato Brasileiro é a competição mais importante do calendário dos clubes brasileiros.

E, importante que é, deve ser jogado somente aos fins de semanas, durante a temporada inteira.

Então, teríamos – com a adequação ao calendário europeu – o Campeonato Brasileiro disputado de Agosto de um ano até Maio do ano seguinte, sempre aos fins de semanas.

As vantagens de ser ter um Campeonato Brasileiro jogado somente aos fins de semanas e durante a temporada toda são diversas, a saber:

· Com a principal competição do calendário sendo aos fins de semanas, a presença de público pagante nos jogos do certame tende a ser maior.
· Com a principal competição do calendário sendo aos fins de semanas, a audiência televisiva dos jogos do certame tende a ser maior.
· Com a principal competição do calendário sendo aos fins de semanas, esta ganha visibilidade e espaço na mídia maior que atualmente.

Se ter o Campeonato Brasileiro aos fins de semana e durante toda a temporada é ressaltar a importância do que, realmente, é importante.

O CALENDÁRIO DO FUTEBOL BRASILEIRO 01: A ADEQUAÇÃO AO CALENDÁRIO EUROPEU

por Luis Filipe Chateaubriand

Suponha-se que o calendário do futebol brasileiro seja jogado, como atualmente, de Janeiro a Dezembro, só que de forma racional.

Sucede-se que, nesse caso, há nove meses para se jogar todas as competições da temporada, pois:

·         Janeiro é dedicado à Pré-Temporada.

·         Dezembro é dedicado às férias dos jogadores.

·         Em meados do ano – segunda parte de Junho e primeira parte de Julho – há interrupção dos certames para se jogar competições de Seleções, como Copa América e Copa do Mundo.

Tem-se, portanto, três meses dedicados a outras coisas que não os certames de clubes e, assim, há nove meses dedicados aos certames de clubes.

Agora, suponha-se que o calendário brasileiro seja jogado de Julho de um ano a Junho do ano seguinte, também de forma racional, o chamado Calendário Europeu.

Sucede-se que, nesse caso, há dez meses para se jogar todas as competições da temporada, pois:

·         Julho é dedicado à Pré-Temporada.

·         Junho é dedicado às férias dos jogadores.

·         As competições de seleções são realizadas exatamente em Junho e Julho, quando os clubes não jogam partidas oficiais.

Tem-se, portanto, dois meses dedicados a outras coisas que não os certames de clubes e, assim, há dez meses dedicados aos certames de clubes.

Fica claro que, em um contexto abarrotado de competições e, consequentemente, jogos, é melhor dispor de dez meses para isso do que dispor de nove meses para isso.

Assim, a adoção do Calendário Europeu no futebol brasileiro se impõe como algo necessário.

O CRAQUE DO BRASIL EM 2021

por Luis Filipe Chateaubriand

Eis que, em 2021, o craque do futebol brasileiro foi Hulk!

Jogando pelo Atlético Mineiro, levou o clube das Alterosas a conquistar o Campeonato Brasileiro, feito que não era conseguido há 50 anos pelo “Galo”.

Seu jogo foi marcado por muita força, arrancadas impressionantes em direção ao gol.

Aliás, não foram poucos os gols que Hulk marcou na temporada.

Chute forte, com as duas pernas.

Cabeceio perfeito em seus movimentos.

Velocidade capaz de levar ao deleite o torcedor atleticano.

Eis o incrível Hulk, o craque do Brasil em 2021!

O CRAQUE DO BRASIL EM 2020

por Luis Filipe Chateaubriand

Já se sabia que Arrascaeta, quando jogava no Cruzeiro, era craque.

Mas sua chegada ao Flamengo consolidou sua imagem de jogador diferenciado.

E, no ano de 2020, o uruguaio “arrebentou a boca do balão”.

Chutes certeiros, resultavam em gol.

Até de bicicleta…

Passes açucarados, resultavam em gols dos companheiros.

Leitura precisa do jogo, sabia exatamente onde a bola tinha que chegar.

Tantas fez o moço que ganhou um apelido do narrador João Guilherme.

Debochado.

Realmente, o futebol de Arrascaeta é um deboche, e em 2020 o gringo jogou um “bolão”!

ADRENALINA PURA EM 1987

por Luis Filipe Chateaubriand

O ano de 1987 foi marcado pela Copa União, grande torneio que reunia os maiores clubes brasileiros.

Uma das semi finais do certame era Atlético Mineiro x Flamengo.

O Atlético Mineiro, que fez a melhor campanha da fase classificatória, levava a vantagem de jogar por dois empates e uma vitória e uma derrota pelo mesmo saldo de gols.

No primeiro jogo, em um Maracanã “abarrotado” de gente, o Flamengo venceu por 1 x 0, gol de Bebeto.

Significava que, nos seus domínios, o Atlético Mineiro precisava da vitória, para se classificar à final.

Caso contrário, a vaga seria do Flamengo.

E veio o segundo jogo, em um Mineirão lotado!

Com um gol de cabeça, Zico fez 1 x 0 para o Flamengo.

Pouco depois, Bebeto aproveitou um cruzamento vindo da direita para fazer 2 x 0.

Tudo no primeiro tempo.

Parecia “fatura liquidada”.

Mas eis que o “Galo” não estava morto…

Começa o segundo tempo e o Atlético Mineiro parte com força para o ataque, cedendo oportunidade de contra-ataque ao “Urubu”.

O jogo fica frenético, dinâmico, emocionante.

Em cobrança de pênalti, o lateral direito atleticano Chiquinho diminui o placar para 2 x 1.

Pouco depois, Sérgio Araújo, ponta direita mineiro, faz um fuzuê na área do Flamengo e empata em 2 x 2.

Eis, então, que ficou tudo em aberto… mais um gol do “Galo” o levaria à final.

O jogo fica alucinante, com o Atlético Mineiro pressionando e o Flamengo contra-atacando.

Já perto do fim do jogo, Renato Gaúcho recebe uma bola na intermediária, arranca com ela, passa por dois defensores atleticanos, passa pelo goleiro João Leite e toca a “pelota” para o gol vazio.

Atlético Mineiro 2 x 3 Flamengo.

Um dos jogos mais espetaculares que este escriba assistiu na vida!

Na final, contra o Internacional, o Flamengo se sagraria campeão brasileiro, mas essa é outra história.