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SE VIRA Aí, ZÉ!

11 / agosto / 2017

:::::::: por Paulo Cezar Caju ::::::::


(Foto: Nana Moraes)

Antes que o vendedor do quiosque fizesse alguma pergunta – sempre faz! – me adiantei: “Qual a enquete do dia?”. “Zé Ricardo”, respondeu. Não vou nem entrar no mérito da qualidade do Zé Ricardo como técnico porque para mim é apenas mais um professor de Educação Física tentando a sorte. Mas se o meu amigo Carlos Alberto Parreira chegou aonde chegou, porque ele também não poderia?

É só uma questão de estar no lugar certo, na hora certa. O Flamengo não tem padrão de jogo. Ou tem? Mas acho que o menor culpado era ele. O que existe hoje no futebol é uma queda de braços entre treinadores e gerentes de futebol. Viram o que o Cuca fez no Palmeiras? Mandou o gladiador embora! Ah, o Gladiador está no Coritiba?  Verdade, mas o Felipe Melo também poderia ter esse apelido. Foi uma contratação do gerente, de um executivo, que o Cuca não quis aproveitar. Aí, o Cuca colocou o presidente na parede: “Ou ele ou eu”. E assim o Felipe Melo dançou.

Estaria o Zé Ricardo de acordo com esse caminhão de contratações? Não sei, mas sei que o Zé Ricardo não tem quilometragem para fazer essa pergunta – e teria dançado antes se ameaçasse um… “ou eu ou o Berrío”. Quando o Zé começou a lançar o Vizeu chegou o Damião. Será que o Zé Ricardo estava de acordo ou foi apenas comunicado?


Ao lado de Rodrigo Caetano, Zé Ricardo recebe Berrío

Vai fazer isso com um Luxemburgo ou um Abelão para verem a encrenca que irão arrumar. Quem é o mais errado da história, Zé Ricardo ou Rodrigo Caetano, o gerente de futebol? E esse goleiro pegador de pênaltis, valeu todo esse investimento? Cadê o Conca e outros tantos argentinos que não se firmam?

O amigo do quiosque até me perguntou quem era o olheiro do Flamengo na terra do tango porque até agora ele só indicou argentinos sem raça, kkkkkk!!!! Sinceramente, imagino o Zé Ricardo comandando um treinamento no campo e vendo as novas contratações entrarem pelo portão, aos montes, aos quilos, e os executivos do outro lado do alambrado dando aquela força: “se vira aí, Zé”.

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