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Dia do Goleiro

O herói. O anti herói. O vilão.

por Mateus Ribeiro


O último recurso.
A última esperança.
O melhor amigo.
O pior inimigo.

O paredão.
A resistência.
A segurança.

Goleiro. Aquele que constrói e destrói sonhos.

Goleiro. O ser diferenciado que com as mãos consegue fazer história em um esporte praticado com os pés.

Goleiro. Aquele que se suja, que voa, que faz pose, que é capa do jornal do dia seguinte.

Goleiro. Aquele que você agradece. E minutos depois xinga.

Aquele que amamos e odiamos. Mas que na maioria das vezes, e hoje, é nosso herói.

Pequena homenagem a quem tanto nos fez sorrir. E chorar. Seja de alegria ou tristeza.

MANGA, O MAIOR DE TODOS

texto: André Felipe de Lima | fotos: Severino Silva


Hoje, dia 26, é o Dia do Goleiro. Oficializada em 1976, a data é uma homenagem ao grande e inigualável Haílton Corrêa de Arruda, o memorável Manga, indiscutivelmente o melhor goleiro da história do Sport, do Botafogo, do Internacional e (para muitos uruguaios) do Nacional de Montevidéu.

Hoje, no dia daqueles que são os guardiões das metas dos nossos times, ora execrados, ora mitificados como deuses, o eterno Manga comemora mais um ano de vida. A nós, reles mortais, agradecemos ao Manga por tudo o que ele representa para a história do futebol brasileiro.


“Eu não tinha medo, era corajoso. Quando eu quebrava um dedo, o doutor me engessava e em três ou quatro dias eu já estava jogando de novo. Por isso, eu tenho quase todos os dedos tortos. Essas são as marcas do meu trabalho. Tenho um orgulho muito grande do que fiz na minha carreira. Sempre fiz o melhor, mesmo que estivesse machucado”, disse Manga, em 2003, ao jornal Lance.

Obrigado, Manguita, por nos conceder a honra de sermos seus fãs! Obrigado ídolo!