PALPITES DO MATEUS

por Mateus Ribeiro

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Análise Grupo D Copa do Mundo: Argentina, Islândia, Croácia e Nigéria.

Argentina x Nigéria já virou um patrimônio da historia das Copas. Assim como 1994, 2002, 2010 e 2014, as seleções irão se encontrar novamente em 2018.

Além das citadas seleções, teremos a emergente Islândia e a Croácia, que tornarão o grupo equilibrado.

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Argentina: Nossos vizinhos são uma das poucas seleções do mundo que contam com um jogador capaz de decidir uma partida, ou até mesmo um campeonato. Estamos falando de Lionel Messi. E essa é a questão: será que enfim Messi vai conseguir ser decisivo na seleção como é em seu clube?

Companhia não falta, já que nomes do calibre de Aguero, Di María, Dybala e até mesmo Higuaín (conhecido por fazer e perder gols na mesma proporção) podem ajudar, e muito, Lionel Messi a enfim trazer um caneco para a Argentina. A desconfiança é grande, até mesmo pela classificação suada. Porém, estamos falando de uma das camisas mais pesadas do futebol mundial, e de um dos maiores jogadores da história. Se ninguém matar os hermanos no ninho, podem ir longe, como foram em 2014.

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Islândia: Uma das seleções que mais cresceu nos últimos anos, fruto de muita dedicação e trabalho. A campanha da última Eurocopa e a classificação para o mundial são os frutos mais recentes. Talvez a inexperiência possa atrapalhar, mas muitos pensavam isso quando os islandeses enfrentaram a Inglaterra na Eurocopa.

Deposita suas esperanças no meia Sigurðsson, com vasta experiência no futebol inglês. Um time traiçoeiro, que pode complicar, e tem a vantagem de jogar em seu continente.

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Croácia: Vinte anos depois de surpreender o mundo do futebol, a Croácia chega para 2018 com mais tarimba, mais história, mas não passa disso. Nunca mais conseguiu passar da fase de grupos em um mundial, e fez campanha apenas média nos torneios continentais. Mesmo assim, aparece como a segunda força do grupo, muito pelo fato de contar com Modric, um dos melhores meias do planeta. Ao seu lado, o matador Mandzukic, e os meias Rakitic e Perisic.

O desafio é saber se a Croácia realmente vai exercer seu "favoritismo" perante Islândia e Nigéria, ou se vai escorregar, como fez em 2002, 2006 e 2014.

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Nigéria: A Nigéria chega sem o encanto de outros mundiais. Podemos esperar aquele futebol envolvente, com muita velocidade e força física, mas, como todo time africano, peca pela inocência e inoperância defensiva.

Já não temos mais um Kanu ou um Okocha, o que seria utópico. Seu nome mais forte é o já veterano Obi Mikel, o que não será suficiente para muita coisa.

Palpite: Argentina passa em primeiro lugar, Croácia em segundo pelo saldo de gols. Islândia fica em terceiro com campanha honrosa, e a Nigéria volta mais cedo pra casa.